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quinta-feira, 26 de maio de 2016

Não foram 30 contra 1 !!!



A adolescente de 17 anos que teria sido vítima de um estupro coletivo no Rio de Janeiro foi levada a um hospital na manhã desta quinta-feira, dia 26, para fazer exames. A avó da jovem afirma que ela teria sofrido um apagão durante os abusos.

“O vídeo é chocante, eu assisti. Ela está completamente desligada", disse a avó da adolescente em entrevista à rádio CBN. Segundo informações divulgadas nesta semana, a garota teria sido violentada por cerca de 30 homens.

A avó disse à CBN que a garota foi localizada por um agente comunitário e levada para casa. Ela afirmou ainda à rádio que a jovem é mãe de um menino de 3 anos e usuária de drogas há cerca de quatro anos.

O caso continua sendo investigado pela Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática do Rio. Dois homens que postaram imagens da menina nua e desacordada já foram identificados. Atualização: o Delegado Alessandro Thies, responsável pelas investigações, pede ao cidadão que tenha qualquer informação que possa auxiliar na identificação dos autores que entre em contato através do e-mail: alessandrothiers@pcivil.rj.gov.br.

Entenda o caso

Um vídeo compartilhado no Twitter nesta quarta-feira (25) por um brasileiro identificado na rede social como Michel gerou revolta e mobilização na internet. Em seu perfil, o homem, que mora no Rio de Janeiro, publicou uma gravação de uma mulher nua e desacordada aparentemente após ser vítima de estupro.

O vídeo mostra em detalhes os seios e os órgãos genitais da garota, cercada de homens que diziam claramente tê-la estuprado coletivamente. Na legenda, Michel escreveu: "Amassaram a mina, intendeu ou não ou não intendeu? Kkk" (sic). Um internauta que compartilhou as imagens afirma que a vítima teria sido estuprada por 30 homens.

Com informações do G1.

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Polêmico: como arquitetos podem ajudar mulheres a serem donas de seus corpos




Um concurso de arquitetura está sendo organizado no Mississippi, no sul dos Estados Unidos, para repensar o design da fachada e dos arredores da única clínica de planejamento familiar do estado. O local é um dos muitos no país que realiza procedimentos como o aborto. 
No início dos anos 1970, a Suprema Corte dos Estados Unidos reconheceu que as mulheres americanas deveriam ter o direito de interromperem a gestação caso quisessem. Mais do que isso, que o aborto deveria estar disponível sempre que necessário para proteger a saúde da mulher.
Hoje, o país conta com cerca de mil clínicas de planejamento familiar, onde são realizados, além de abortos, check-ups médicos e aconselhamentos. Consideradas como locais importantes para os direitos sexuais e de reprodução femininos, as clínicas e suas frequentadoras são mal vistas por grupos pró-vida e frequentemente se tornam alvos de protestos – parte deles violentos.
Enquanto em muitos países a descriminalização do aborto ainda é um tabu evitado por políticos, por lá o procedimento existe e está disponível para todas as mulheres. A questão é outra: as americanas têm o direito de comparecerem a esses locais para se informarem sobre aborto, mas para que isso aconteça de forma segura, alguns obstáculos devem ser superados – e a arquitetura pode ajudar.
A violência representa um dos maiores desafios tanto para mulheres quanto para clínicas. A Federação Nacional de Aborto (NAF) dos EUA tem monitorado casos de violência contra os estabelecimentos e suas frequentadoras desde 1977. Os números incluem oito assassinatos, 17 tentativas de assassinato, 42 atentados e 181 incêndios, além de casos de sequestro, perseguição, ataques com ácido, piquetes, obstrução e intimidação.
Mas, recentemente, a própria Suprema Corte derrubou uma lei que mantinha “zonas de isolamento” em volta das clínicas – áreas limitadas por linhas ou cercas para que pacientes pudessem circular sem ter que passar em meio a manifestações. Arquitetos e entidades defensoras dos direitos de reprodução femininos defendem a existência dessas zonas como algo fundamental para a proteção das pessoas envolvidas. E começam a pensar em soluções alternativas.

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Vereadores de SP aprovam projeto que separa vagão para mulheres

Pois é mulhereda os vereadores de São Paulo aprovaram na terça-feira (1º), por unanimidade, em primeira votação, um projeto que obriga uma quota de ônibus e vagões de trens e Metrô só para mulheres. O projeto ainda vai para uma 2ª votação, sem data prevista.
O projeto, do vereador Alfredinho do PT, tem o objetivo de evitar os abusos e as situações constrangedoras que muitas mulheres sofrem dentro do transporte coletivo por causa do comportamento de alguns homens. O projeto ainda vai para uma 2ª votação, que ainda está sem data prevista.Ou seja ainda tem chão para a coisa toda rolar de verdade.
Pelo projeto, seria obrigatório "destinar faixa nos ônibus e vagões específicos nos trens e metrô, na cor rosa, com dizeres “espaço exclusivo para mulheres” em percentual não inferior a cinquenta por cento da frota, para identificar o veículo, indicando ser espaço reservado a mulheres em horário determinado", diz o texto.Em nota, a Secretaria dos Transportes Metropolitanos de São Paulo disse considerar“operacionalmente inviável” a adoção de vagões exclusivos.
As faixas de cor rosa serão pintadas na frente, lateral e parte de trás dos ônibus e na porta de entrada dos vagões. Ainda de acordo com o texto, "a preferência para utilização dos ônibus e vagões de metrô e trens deverão ser respeitada durante o horário das 6h às 10h e das 16h às 20h, de segunda a sexta-feira, exceto os dias de feriado".
Agora me diz o que você acha...é a favor? 

Bjusss
Mariana Zani