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segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Internação de mulheres obesas cresce 18,2% no País

A obesidade leva sete vezes mais mulheres ao hospital do que homens. Entre janeiro e julho deste ano, 3.867 pacientes do sexo feminino foram internadas no País por causa de problemas acarretados pelos quilos em excesso contra 545 registros entre eles.
O levantamento, feito pelo iG no banco de dados virtual do Ministério da Saúde (Datasus), mostra que a doença está em ascensão. Em comparação com o mesmo período de 2010, há um aumento de 18,2% das hospitalizações de obesas (3.269), mais suscetíveis a problemas cardíacos, acidente vascular cerebral, diabetes e também transtornos psíquicos.
Para a presidente da Associação Brasileira de Estudo da Obesidade (Abeso), Cláudia Cozer, algumas características femininas fazem o peso em desacordo com a altura ser mais grave nelas. “Muitas mulheres são mais sedentárias do que os homens. Elas permanecem mais tempo em casa o que facilita o acesso a comida”, pontua a médica.
“O metabolismo feminino também difere do masculino e faz o gasto calórico diário delas ser menor. Outra característica é que as oscilações hormonais, típicas do período pré-menstrual favorecem a ocorrência de quadros compulsivos”, complementa a presidente da Abeso.
Para Vera Kogler, pesquisadora do grupo de obesidade do Hospital das Clínicas de São Paulo, a mulher também é mais cobrada por estar acima do peso e sofre mais pressão – o que pode culminar em um ciclo difícil de romper, formado por tristeza, compulsão e comida.
“Mas também por ser mais cobrada, a mulher procura ajuda médica para obesidade em uma fase mais precoce do que o homem, talvez uma outra hipótese para elas serem mais numerosas nas estatísticas”, avalia Vera.
“Os homens quando chegam até nós estão ainda mais gordos e com mais danos na saúde bucal e cardíaca.”
Este conjunto de fatores também faz com que as mulheres sejam mais numerosas entre os pacientes que são submetidos às cirurgias de redução do estômago, conforme apontou a Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica, e também mais suscetíveis a outros transtornos alimentares, como anorexia e bulimia. Na escala inversa, já calculou o Ambulatório especializado da Universidade de São Paulo, a proporção é de 10 mulheres anorexas ou bulímicas para cada homem´.

FONTE IG

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Sutiã da Disney para meninas de 4 a 6 anos com bojo?? Como???

Olá mulherada...olá mamães de meninas...leiam com atenção essa matéria publicada no R7

Até que ponto as crianças devem sofrer a influência da moda? Como lidar com o desejo de consumo nesta faixa etária? A discussão, que já acontecia no exterior, chegou ao Brasil depois que a rede Pernambucanas colocou à venda um sutiã da Disney para meninas de 4 a 6 anos com bojo, espécie de enchimento para dar volume à região.

A informação foi publicada pelo jornal Folha de S. Paulo nesta quarta-feira (6). Em pouco tempo a história ganhou destaque na internet.

Choveram comentários no Twitter, inclusive de personalidades. A apresentadora Astrid Fontenelle, por exemplo, foi uma das que mostraram indignação no microblog. "Já retiraram das gondolas o tal sutiã com bojo para meninas dos seis anos? Loucura geral? Quem compraria?", escreveu. 


Como esta é a segunda vez em menos de uma semana que a polêmica acontece - no último dia 28 de março a marca Abercombie & Fitch foi criticada pelo mesmo motivo nos EUA - o R7 ouviu especialistas para comentar o caso.
A psicóloga Laurice Cury  diz que a adequação e a influência que uma peça como esta tem no universo infantil e na formação da criança devem ser prioridades na análise do tema.

- Não concordo com coisas deste tipo, estão tirando a infância das crianças e impondo uma sexualidade antes do tempo a elas. Fisiologicamente não acontecerá nada, mas socialmente pode acontecer cobranças. A criança vê na TV, nas propagandas e quer ter também.

Segundo a especialista, que trabalha com comportamento há mais de três décadas, afirma que a mãe deve conversar e explicar à criança que não é necessário usar algo como sutiã de bojo, por exemplo.

Tamara Amoroso Gonçalves, advogada do Projeto Criança e Consumo do Instituto Alana, vai além. Até mesmo a reação da sociedade deve ser avaliada. Tamara, que atua em questões publicitárias e de comunicação mercadológica dirigida às crianças, questiona:

- Será que uma criança de 6 anos está preparada para consumir certos produtos do universo adulto? A sociedade está preparada para lidar com uma criança erotizada?

Um dos pontos principais para evitar danos aos pequenos, diante da enxurrada de produtos como estes, é o diálogo na família, pontua a advogada:

- O ideal é mostrar que não há sentido em consumir determinado produto e dizer que um dia ela chegará na idade de usar e que ainda não está na hora. Sem se deixar levar por desculpas como: 'mas todas as minhas amigas têm'.



O educador Rafael Vac já havia chamado atenção para o tal sutiã com bojo nas lojas Pernambucanas desde o mês passado.

No dia 24 de março, Vac postou em seu blog um texto comentando sobre as peças, que ele viu enquanto passeava em uma das lojas da rede. Indignado, comentou o assunto em sua página pessoal e registrou fotos da lingerie infantil.

- Minha namorada viu e achou o produto estranho. Então fui reparar no tamanho e vi que era infantil. Resolvi escrever no blog. Pedi que ela voltasse na loja e fotografasse as peças enquanto eu escrevia o texto. Mandei mensagens para a loja tanto via Twitter quanto via site, mas não obtive resposta.


O R7 entrou em contato com a assessoria de imprensa das lojas Pernambucanas. Até a publicação desta reportagem, a marca não havia divulgado comunicado oficial ou dado uma posição se retiraria ou não os produtos.
Outro lado
Não é de hoje 

Mamães...cuidado!!! Cada coisa ao seu tempo...




terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Mulheres que se sentem satisfeitas com a vida raramente têm problemas com álcool

Mulheres que se sentem satisfeitas com a vida que leva e estão envolvidas em atividades de lazer raramente têm problemas com álcool, segundo estudo da Universidade de Gotemburgo, na Suécia.

A terapeuta ocupacional Christina Andersson, autora da pesquisa, estuda desde os anos 80 como a vida cotidiana afeta o consumo de álcool das mulheres de Gotemburgo. Neste período, ela analisou o dia a dia de 851 mulheres, com idades entre 20 e 55 anos, que responderam a questões sobre suas vidas, sobretudo, quanto tempo gastavam com atividades de lazer, com a distribuição das tarefas domésticas, e com atividades de que gostavam.

- A dependência do álcool e o alto consumo da bebida acabaram sendo mais comum entre as mulheres que, apesar de terem mais tempo para si mesmas, estavam menos envolvidas em atividades de lazer.

Os resultados de outro dos estudos complementares mostrou que a dependência do álcool é mais comuns entre as mulheres que bebem para lidar melhor com a vida cotidiana (por exemplo, para conseguir dormir ou sentir-se menos deprimidas), do que entre aquelas que bebem com frequência ou sozinhas.
Os resultados também apontam para a importância de identificar grupos de indivíduos com padrões de consumo diferentes. Chamar a atenção para as necessidades que o consumo de álcool encontra na vida diária das mulheres pode ser mais uma medida preventiva, segundo a pesquisadora.

- Identificar padrões como esse provavelmente pode levar a novas ideias de como criar ações preventivas, para além do que uma análise dos fatores individuais pode constatar.



Fonte: O Rio Branco

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Pesquisa revela por onde caminha o interesse feminino nas questões sexuais

O comportamento feminino em relação a assuntos como masturbação, sexo anal e fantasiais sexuais mudou. Pelo menos foi esta a conclusão de um recente estudo feito pelo Papo Íntimo, canal do Porta Terra.

A pesquisa revelou por onde caminha o interesse feminino nas questões sexuais. Em tempos muito mais liberais como hoje, as mulheres assumem suas preferências que estão mais norteadas pelo o que ela de fato gosta na cama.

Participaram da pesquisa 1.121 pessoas de todo o Brasil. Deste universo, 977 informaram ser do sexo feminino e 84% estão na faixa de 18 a 45 anos. Veja a seguir alguns resultados que demonstram como a mulher evoluiu na questão da sexualidade.

Sentidos

No quesito atração, 66% disseram não resistir a um sussurro no ouvido. O cheiro também é um dos sentidos levados em conta pelas mulheres, tanto que 49% delas revelaram que um homem com um bom perfume se torna mais atraente e desperta o interesse delas. O cheiro natural sem suor, aquele após o banho, agrada apenas 41%. Um olhar cheio de desejo também conquista mais as mulheres, pelo menos para 58% das participantes.

Elas revelaram também que os pontos mais sensíveis são beijos na nuca (32%) e toque no seio (31%)

Orgasmo

A maioria delas, 59%, garantiram que têm orgasmos em todas as relações, sendo que 29% delas afirmaram terem tido orgasmos múltiplos. Apesar de alta a porcentagem das mulheres satisfeitas com a relação sexual, 9% informou que não consegue sentir nenhum prazer nas relações

Ousadias

Transar em público pode ser considerada uma das grandes fantasias a dois, mas para 45% das mulheres só rola se ninguém assistir o ato. Para 18%, a praia é o melhor cenário público e 15% preferem algo mais arriscado como um elevador.

No entanto, 48% afirmaram que ficariam ofendidas se recebessem uma proposta de um ménage a trois e jamais aceitariam. Elas também não gostam de produtos de sex shop. Somente o vibrador apareceu na lista de interesse delas. Ao mesmo tempo, 31% delas disseram que não teriam vergonha de comprar os brinquedinhos sexuais.

Modalidades

A maioria delas (79%) foram categóricas em afirmar que sexo oral (nelas) é essencial e 64% disseram que também adoram fazer o mesmo ato em seus parceiros.

Já o sexo anal continua em baixa: 28% delas garantem sentir muito prazer com essa modalidade e outras 23% dizem já ter tentado, mas desistiram por causa da dor.

Para 26% das entrevistas, sexo solitário, conhecido por masturbação, é importante para conhecer o corpo, mas 49% enfatizam que não se compara a uma relação a dois.

Traição

Elas avisam que o perigo de uma traição está quando há falta de atenção do parceiro. Quando elas se sentem carentes ficam mais vulneráveis a traição disse 33 % das participantes. Em segundo lugar está a vingança, de acordo com 22% delas. Atração física e carência sexual estão empatadas em terceiro lugar, segundo 17% das entrevistadas.

Prevenção

Um dado preocupante: apenas 44% das mulheres usam camisinhas e a pílula ainda é considerada uma das melhores amigas da mulher. Ela é considera o maior tranquilizante na hora do sexo por 34% das entrevistadas.


Fonte: Terra

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Mulheres que fumam correm mais risco de desenvolver câncer de mama

Mulheres que fumam por muitos anos, sobretudo antes da menopausa, e antes de ter filhos, correm mais risco de desenvolver câncer de mama, de acordo com um relatório publicado na revista Archives of Internal Medicine.

Dados coletados por várias instituições médicas e pela Faculdade de Medicina da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, chegaram a essa conclusão depois de analisar 111.140 mulheres, que fumaram entre 1976 e 2006, e 36.017 mulheres, de 1982 a 2006, que eram fumantes passivas. Neste total, 8.772 delas desenvolveram câncer de mama durante o acompanhamento.

Diante destes resultados, os cientistas associaram o câncer de mama ao maior tempo de tabagismo, atual e passado, a quantidade de cigarros fumados por dia, e a idade de iniciação ao vício, como os fatores de maior risco.

- O fumo antes da menopausa foi associado ao risco de câncer de mama. Já após a menopausa, o risco pareceu ser ligeiramente menor.

No entanto, o documento mostra que "o fumo após a menopausa pode reduzir ainda mais os já baixos níveis de estrógeno (hormônio feminino) da mulher no período".
O fumo passivo na infância ou na idade adulta não mostrou relação com o aumento no risco de câncer de mama.



Fonte: R7

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Alcoolismo, uma das principais causas de separação diz pesquisa

Mulheres, fiquem atentas!!


Quem abusa do álcool demora mais para se casar e depois da união, se divorcia mais rápido.

Esta é a conclusão do estudo desenvolvido pela Indiana University, nos Estados Unidos, que analisou o consumo de álcool e as relações matrimoniais de mais de cinco mil pessoas.
Segundo o advogado Gustavo Bassini, vice-presidente da Associação Brasileira dos Advogados de Família (Abrafam), o abuso de álcool e de outras drogas é um problema também para os casais brasileiros.

“É um dos principais motivos de divórcio no País. E, nos últimos quatro ou cinco anos, percebi um aumento de até 300% em casos desse tipo.”

Conforme a pesquisa norte-americana, a dependência de álcool entre as mulheres está associada a um risco 23% maior de não se casar até os 30 anos - para os homens, esse índice é de 36%.

Quando casados, homens e mulheres alcoolistas têm duas vezes mais risco de se separar. O estudo também constatou uma proporção maior de homens alcoólatras: 23% deles tinham o problema ante 8% das mulheres.

A pesquisadora Mary Waldron, uma das autoras, diz que este é o primeiro projeto relacionado ao assunto que toma para análise uma gama tão variada de idades. No início do recrutamento, em 1980, os voluntários tinham entre 28 e 92 anos. Eles foram acompanhados durante cerca de dez anos.

As informações são do Jornal da Tarde.
Fique ligada! Beber demais não é brincadeira é doença e tem cura!


by Mariana Zani mariana@mulheresnocomandosempre.com

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Ministério da Saúde libera retirada de mama, útero e ovários para mudança de sexo no país

Matéria Importante que saiu no Diário Catarinense

Mulheres que querem mudar de sexo conquistam o direito de retirar orgão femininos

Vanessa Campos | vanessa.campos@diario.com.br
A mudança biológica de homem para mulher, liberada em 2008 pelo Ministério da Saúde e hoje feita pelo Sistema Único de Saúde (SUS), agora é, também, privilégio das mulheres que desejam concretizar a transformação para o sexo masculino. Recentemente, o Conselho Federal de Medicina (CFM) autorizou a cirurgia para retirada de útero, mama e ovários, que era considerada experimental para transexuais.

Por enquanto, a cirurgia ainda não é feita pelo SUS, porque o procedimento só será liberado gratuitamente quando for, de fato, completo, ou seja, quando a construção do pênis deixar de ter caráter experimental.

A autorização foi publicada no Diário Oficial em 2 de setembro. Com a conquista, o primeiro passo é procurar um dos quatro hospitais habilitados pelo Ministério da Saúde (MS), no país, para realizar a retirada dos órgãos femininos, e seguir pré-requisitos, como passar por acompanhamento psicológico ou psiquiátrico por, pelo menos, dois anos, ter mais de 21 anos e ter diagnóstico de transexualismo.

Depois, a realização da mudança biológica ficará mais perto de se tornar realidade.

É o que espera Ricardo*, 19 anos, que desde os 14 percebeu que algo diferente se passava. Aos poucos, foi abandonando a "casca" de menina que o revestia. Começou se desfazendo do cabelo, até então comprido, para assumir para o mundo o que pra ele já era natural. Até então, ainda usava o nome de menina. O jovem já deu o primeiro passo e começou o tratamento psiquiátrico no Hospital de Clínicas, em Porto Alegre.

Somente Ricardo e outro catarinense, que mora no Oeste do Estado, estão na fila de espera para fazer a retirada dos órgãos femininos em Porto Alegre, segundo o ginecologista e responsável pela cirurgia de transexualismo no Hospital de Clínicas, Walter José Koff.

É importante ressaltar que não há registro de sucesso na construção de um pênis no mundo. Todos os procedimentos que foram realizados, em caráter de estudo, resultaram em um pênis necrosado. A cirurgia de retirada dos órgãos femininos custa, fora do Brasil, em torno de R$ 50 mil.

Cirurgia é o fim do processo

Procurar um especialista antes de tomar qualquer atitude é sinônimo de prudência, segundo a psicóloga e especialista em terapia sexual, Carla Regina Cardoso Bó, que atende pacientes em um consultório na Capital. Ela enfatiza que no tratamento é feito um trabalho de auto-imagem para que o transexual possa realmente definir se a cirurgia é realmente o caminho correto, já que é irreversível.

A especialista explica que o fato da pessoa ter características do gênero oposto não quer dizer que seja necessário a transformação cirúrgica.

— A cirurgia não pode ser o início de uma transformação. Ela é o que faltava. É o ponto final — explica a psicóloga.

Carla Regina também esclarece que primeiro é preciso fazer uma reflexão do motivo para querer fazer a cirurgia, trabalhar fatores emocionais, psicológicos e sociais:

— Ser homem ou mulher é algo que vem de dentro para fora, é importante sentir-se homem ou mulher. No tratamento é trabalhado o que é ser homem e o que é ser mulher. Como a pessoa se sente, como se vê, como reage com o mundo, com as pessoas, com a família e, principalmente, como reage consigo mesmo. O mais importante é que o novo corpo não vai trazer mais prazer, mais felicidade. Ele não vai fazer a pessoa se sentir mais homem ou mais mulher. O que faz a pessoa se sentir homem ou mulher é como a pessoa se vê, como encara a vida, como é vivida a vida —afirma Carla Bó.

* Nome fictício

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Britânica é forçada a escolher qual filho salvar após carro cair em represa

Desde acidente, ela diz que passa todo tempo pensando em como poderia também ter salvado filho de 16 anos

BBC Brasil via IG
08/09/2010 12:02

Uma mulher britânica foi forçada a escolher entre salvar a vida do filho de 16 anos ou da filha de 2 após seu carro cair em uma represa. Rachel Edwards, de 39 anos, dirigia o carro acompanhada dos dois filhos e de dois amigos do filho quando passou por um buraco e perdeu a direção na região de Lincolnshire, no nordeste da Inglaterra.


Foto: Caters

Rachel salvou a filha, Isabella, mas não conseguiu resgatar o filho, Jack

Edwards, que estava grávida de seis meses na ocasião do acidente, no mês passado, conseguiu escapar do carro pela janela enquanto o veículo afundava. Os dois amigos do filho também conseguiram escapar pela janela e correram para buscar ajuda.

Mergulho

Edwards mergulhou a mais de três metros de profundidade para tentar resgatar os filhos, que ficaram dentro do veículo, e percebeu que não teria como levar os dois de volta à superfície. Ela decidiu então tomar a filha Isabella e levá-la à superfície, enquanto o filho Jack ainda estava preso no carro.

"Eu puxei a Isabella para fora e sabia que ela ainda estava viva. Tentei voltar para tentar salvar o Jack, mas sabia que, se eu soltasse a Isabella, não conseguiria tomá-la de volta. Eu estava só gritando e gritando", relatou a mãe.

Ela disse que o filho estava sentado ao seu lado no banco da frente, e sua janela estava fechada porque ela havia pedido que ele a fechasse por causa do vento. Ela esperava conseguir deixar Isabella na superfície e mergulhar novamente para resgatar o filho, mas paramédicos chegaram ao local e a impediram de voltar para buscá-lo.

Os serviços de emergência conseguiram tirar Jack do veículo, mas o adolescente já estava inconsciente e foi declarado morto ao chegar ao hospital. "Desde então eu passei todos os meus momentos pensando em como eu poderia ter salvado meus dois filhos", disse.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

As mulheres inovadoras que ditam tendências e mudam as regras do mercado” no CONAREC 2010

As mulheres comandam!

Publicado em 17/08/2010

Executivas de multinacionais irão debater o tema “As mulheres inovadoras que ditam tendências e mudam as regras do mercado” no CONAREC 2010, marcado para os dias 1 e 2 de setembro no Hotel Transamérica

O jogo virou! As mulheres puderam provar que profissionalismo, competência e trabalho bem feito independem do sexo da pessoa. Mesmo ainda sendo minoria, e em muitos casos com salários inferiores, mas com a cobradas nas alturas, elas ganham cada vez mais o respeito e a confiança dentro das organizações. De acordo com dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), as mulheres tiveram um aumento de 5,34% na participação do mercado de trabalho em 2009 em relação ao ano anterior, enquanto os homens tiveram um aumento de 3,87%.

Para mostrar que mulheres cada vez mais assumem cargos de liderança nas corporações e ocupam cargos que antigamente eram exclusivamente masculinos, o CONAREC (Congresso Nacional das Relações Empresa-Cliente) 2010 irá reunir executivas das empresas Estaleiro Mac Laren, Center Norte, First Data, Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Amanco Brasil e Dudalina para debater o tema “As mulheres inovadoras que ditam tendências e mudam as regras do mercado”. A mediação ficará a cargo de Rosana Hermann.

Organizado pelo Grupo Padrão com apoio da ABRAREC (Associação Brasileira das Relações Empresa-Cliente), o evento chegou a sua oitava edição como o mais importante do setor, cujo tema deste ano é "O Mundo Descobre o Brasil. Como conquistar os consumidores no país que está na moda”. O CONAREC será realizado no Hotel Transamérica nos dias 1 e 2 de setembro e contará com presenças ilustres.

Yole Mendonça, Secretária de Comunicação Integrada da Presidência da República é uma das palestrantes que falará sobre as mulheres no comando. Segundo ela, hoje as mulheres ocupam cargos importantes dentro da maioria das empresas e muitas delas são responsáveis pelos maiores avanços de algumas companhias, mas ainda existem diferenças. “Qualquer proposta feita por uma mulher ainda precisa ser muito mais defendida, apresentada de forma impecável e executada de forma perfeita para que suas ideias sejam respeitadas. É mais ou menos assim: um executivo se engana, uma executiva falha”, explica.

A general manager da First Data no Brasil, Maria Fernanda Teixeira, vai falar sobre as inovações e tendências que procura trazer para o concorrido mercado brasileiro de cartões. Segundo ela, as mulheres ganham cada vez mais espaço dentro das companhias. “Sou a favor do equilíbrio; homens e mulheres tendo as mesmas oportunidades nas lideranças das empresas", completa.

Os painéis acontecerão simultaneamente em cinco salas paralelas, separadas por: "Consumidores e comunidades", "Contact center e CRM", "Marketing", "Novas mídias" e "RH e Gestão de pessoas", assim, o participante poderá assistir a palestra que lhe interessar.

A grade completa do CONAREC 2010 pode ser conferida no site: http://www.conarec.com.br/ e também logo abaixo:

SERVIÇO:

Evento: CONAREC 2010 – Congresso Nacional das Relações Empresa-Cliente
Tema: “O mundo descobre o Brasil. Como conquistar os consumidores no país que está na moda”.
Quando: 01 e 02 de setembro de 2010
Onde: Hotel Transamérica - Av. das Nações Unidas, 18.591 - São Paulo – SP
Mais informações: Visite o site www.conarec.com.br ou ligue para (11) 3125-2244

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Mulher que ganha mais que o homem está mais sujeita a ser traída

Notícia saiu no R7

Os homens que ganham menos que suas mulheres são mais propensos a traí-las, de acordo com um estudo divulgado nos Estados Unidos. A hipótese dos pesquisadores é que eles tentem restabelecer a identidade de gênero, por se sentirem ameaçados.

De acordo com o levantamento, que analisou pessoas de 18 a 28 anos que fossem casados ou morassem com seus companheiros, os homens que são completamente dependentes financeiramente das parceiras são cinco vezes mais suscetíveis a trair do que aqueles que ganham o mesmo que elas. A ligação entre dependência econômica e infidelidade desapareceu quando foram levados em conta fatores como idade, nível educacional, religião e satisfação com o relacionamento.

Christin Munsch, candidata a doutorado de Sociologia da Universidade de Cornell e autora do estudo, diz que "ao menos um desses fatores sempre influencia a relação".
– Por exemplo, pode ser que o homem que ganha menos que a mulher está mais infeliz e trai por estar se sentindo assim, não necessariamente por causa do dinheiro.

A pesquisadora conta que "ganhar menos do que a mulher pode ameaçar a identidade de gênero dos homens, ao colocar em dúvida a noção tradicional do homem como o suporte da família"

– Esta relação pode ser particularmente forte em certos subgrupos para os quais a masculinidade tem tradicionalmente grande valor, como os homens latino-americanos.

Se uma mulher é a base econômica da família, também é mais propensa a enganar seu companheiro, diz o estudo.

No geral, as mulheres são 50% menos propensas a enganar seus companheiros, sejam quais forem as circunstâncias. Segundo a pesquisadora, 6,7% dos homens nos Estados Unidos foram infiéis as suas mulheres num período de seis anos, contra 3,3 das mulheres. Munsch diz que "a feminilidade das mulheres não está definida por seu status econômico e também não se define por suas conquistas sexuais".

– Portanto, a dependência econômica não é uma ameaça à feminilidade. Mas, em função da dupla moral sexual, é provável que a dependência econômica leve as mulheres a serem mais fieis.

...Munsch analisou dados de 1.024 homens e 1.559 mulheres casados ou concubinos há menos de um ano.



sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Mulheres compram roupas mais provocantes quando estão ovulando

Saiu no site da Abril Abril

Mulheres compram roupas mais provocantes quando estão ovulando 

Segundo pesquisa realizada por universidade norte-americana, compra de roupas mais curtas é motivada, principalmente, pela concorrência com mulheres atraentes na mesma região
 

Estudo revela que pensamentos primitivos inconscientes influenciam as mulheres na hora de fazer compras. Foi revelado que o período de ovulação faz com que o vestido novo escolhido seja mais curto ou com que a blusa seja mais decotada.

Segundo a pesquisa, que foi realizada pela Universidade de Minessota, nos Estados Unidos, o período fértil apresenta alta taxa de atividade de alguns hormônios corporais, como FSH, LH e testosterona, o que aumenta a libido.

A Dra. Laura Corio, uma das principais responsáveis pela pesquisa, revelou que, nesta época do mês, a mulher também apresenta maior lubrificação sexual, o que a faz se sentir mais atraente.

Mais do que se vestirem para atrair potenciais parceiros do sexo oposto, a tática feminina, adotada inconscientemente, consiste em parecer melhor e mais bonita do que a concorrência.

“Para seduzir um parceiro desejável, a mulher precisa estimar o quão atraente são as outras em seu ambiente, o que determina o quão chamativa ela precisa ser para conseguir um bom homem”, explicou Kristina Durante, uma das médicas participantes do estudo, em entrevista para o “AOL.com”.

Na pesquisa, foram mostradas para as mulheres em ovulação diversas fotos de mulheres atraentes da região, depois foi perguntado que roupas elas comprariam.

Foi constatado que a maioria destas mulheres escolheu roupas mais sensuais do que as participantes para as quais foram mostradas fotos de vizinhas pouco atraentes ou, até mesmo, do que aquelas que viram mulheres que viviam em lugares distantes.

Foi percebido, também que a busca por saltos altos e blusas decotadas é estimulada durante a ovulação somente e não, necessariamente, em outros períodos do ciclo menstrual.


sábado, 31 de julho de 2010

Notícia importante! Primeiro casamento entre mulheres


Saiu no Google News

Argentina celebra primeiro casamento entre mulheres no país
Buenos Aires, 31 jul (EFE).- Claudia Baéz e Cristina Medina foram neste sábado as primeiras mulheres a se casarem oficialmente na Argentina depois da sanção da lei que permite a união homossexual no país, no último dia 21.
Juntas há seis anos, Claudia e Cristina se casaram hoje de manhã em um cartório da cidade de Río Gallegos, no sul da Argentina.
Sem vestidos de noiva, mas com a tradicional troca de alianças, as duas deram um emocionado "sim" em uma singela cerimônia que oficializou a que já tinham realizado de forma simbólica no ano passado.
Pouco depois, na cidade de Rosário, Martín Peretti e Oscar Marvich se casaram. Assim como outros 100 casais do mesmo sexo na Argentina, Martín e Oscar tinham recorrido à Justiça antes da sanção da nova lei para tentar casar no registro civil, mas não receberam permissão para tanto.
Martín, de 36 anos, e Oscar, de 32, que estão juntos há sete anos, celebraram a oficialização de sua união com uma grande festa para mais de 200 convidados.
Antes da reforma legal, nove casais do mesmo sexo conseguiram casar na Argentina por meio de recursos judiciais, mas alguns dos enlaces foram posteriormente anulados.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Notícia importante!

Saiu no site Clicrbs


Mulheres envelhecem como suas mães, diz pesquisa

A partir dos 30 anos de idade da filha é que a semelhança aparece

Aquela velha história de um rapaz olhar para a sogra para prever como a filha ficará realmente é verdade. Uma nova pesquisa científica assegura que mães e filhas apresentam o mesmo padrão de envelhecimento à medida em que os anos passam.
O estudo usou equipamentos de alta tecnologia de desenvolvimento de imagens em 3D para analisar rostos de dez duplas de mães e filhas, com idades entre 15 a 90 anos. A avaliação concluiu que a pele do rosto, especialmente ao redor dos olhos, mostra o mesmo padrão de desgaste e perda de elasticidade.
O estudo conduzido por Matthew Camp da Loma Linda University Medical Center na California afirmou que tais semelhanças começam a ficar mais visíveis a partir dos 30 anos de idade da filha.

sábado, 17 de julho de 2010

Notícia importante!


Notícia lida no blog  NOBLAT

DEU NA FOLHA DE SÃO PAULO

Conferência sobre mulher e o controle social da mídia

As diretrizes aprovadas na 11ª Conferência Regional sobre a Mulher da América Latina incluem temas como controle social da mídia, inclusão de casais do mesmo sexo na Previdência e revisão das leis que punem mulheres que praticam aborto.
A Secretaria de Políticas para Mulheres da Presidência, da ministra Nilcéa Freire, assinou o texto, chamado de Consenso de Brasília.
Representantes de 33 países participantes referendaram o documento.
Segundo o texto, para facilitar o acesso das mulheres às novas tecnologias e promover meios de comunicação não discriminatórios é preciso "construir mecanismos de monitoramento, participação popular e controle social nas emissoras de rádio e televisão, assim como nos espaços de regulação da internet, assegurando a participação ativa e constante da sociedade no monitoramento do conteúdo".

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Notícia importante!


Prossegue conferência sobre a mulher latino-americana e caribenha

Alejandro Gómez
Brasília, 14 jul (Prensa Latina) 

A décima primeira Conferência Regional sobre a Mulher da América Latina e Caribe prossegue hoje com debates sobre a situação das mulheres com um tema central, Que Estado, para que igualdade? 

Precisamente, durante o primeiro dia de sessões desta terça-feira foi apresentada um documento com esse título, da Comissão Econômica para a América Latina e Caribe (CEPAL), no qual se propõe que a igualdade de gênero deve inscrever na busca da igualdade entre homens e mulheres em todos os âmbitos.

A respeito, cita a titularidade e gozo efetivo de direitos, o desenvolvimento produtivo e as famílias equitativas, onde se sentem as bases da autonomia econômica das mulheres, o acesso à tomada de decisões em todas às esferas, a autonomia física como o direito a viver uma vida livre de violência e o exercício de todos os direitos reprodutivos.


Para acompanhar e ler a metéria inteira acesse!!