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quinta-feira, 26 de maio de 2016

Mãe vai comprar Barbie com filho e escreve carta para outra mãe que a olhava



Uma nos E.U.A, Maya Alderman levou seu filho para uma loja de supermercados, para comprar uma boneca Barbie. Com o dinheiro que seu filho havia economizado.

No Facebook, ela conta a história dizendo que estava nervosa por conta das preferências do filho, que amava brinquedos e roupas “para meninas”. Que estava tensa porque isso chamava a atenção de outras pessoas e também porque seu filho estava usando uma tiara pink na cabeça junto com seus chinelos do Batman.

“Fiquei tensa com os olhares e os pensamentos que as pessoas poderiam ter sobre ele”, escreveu Maya.

Ao entrar no corredor onde as Barbies ficavam, a mãe disse que o pânico dela foi embora quando viu a “felicidade na cara dele… com todo aquele corredor repleto de bonecas e muito glitter e cores pink e púrpura. Pura. E inocente. Felicidade”.

Mas o pânico voltou rapidamente quando ela notou uma família composta de quatro pessoas (mãe, pai e dois filhos) no mesmo corredor, só que vendo caminhões e bonecos de ação. Eles estavam entretidos com as compras, mas a mãe Maya só ficava pensando no que ela faria caso a família fizesse ou falasse algo ao ver o filho dela.

Ao escrever a carta para a outra mãe via Facebook, Maya fala: “Você provavelmente não percebeu que eu fiquei sem respirar quando nós nos aproximamos de sua família no corredor, imaginando qual seria minha reação caso você ou um de seus filhos apontassem e rissem. Mas eu vi você. Eu notei”.

A família notou que mãe e filho estavam comprando Barbie no mesmo corredor, mas a reação da mãe deixou Maya feliz. “Você olhou para o meu filho com aquela tiara linda e olhos azuis e voltou o olhar para mim”, escreveu.

“Nossos olhares se encontraram e você sorriu. E aí você olhou para os seus dois filhos que ficaram olhando para o meu e você sorriu para eles. E assim eles voltaram a comprar Hot Wheels e nós continuamos a procurar a melhor Barbie bailarina”.

Mãe ensina amor é amor para seus filhos. Seja como for 




*A foto é da postagem de Maya no FB


sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Livro de dieta para crianças cria polêmica

Alerta as mamães!!

Um livro que trata de dietas para pequenos vem dando o que falar nos blogs e sites especializados em educação. Maggie Goes on a Diet ("Maggie de regime") fala sobre uma menina que transforma sua vida e se torna uma heroína em sua escola ao perder peso. Bem típico daqueles filminhos em que as meninas “feiosas” se tornam populares quando tiram os óculos, o aparelho ortodôntico e colocam roupas bacanas.

O livro de 44 páginas do autor americano Paul M. Kramer é recomendado para crianças a partir de 6 anos de idade. Começou a ser alvo de críticas desde que entrou em pré-venda na mega loja online Amazon. Seu texto foi elaborado em versos e, segundo o autor, seu objetivo seria o de incentivar hábitos alimentares saudáveis na população americana, cada vez mais obesa. O controverso livro conta a história de uma menina de 14 anos que entra no time de futebol da escola depois de perder peso.


Apontado como um possível incentivador de distúrbios alimentares, o autor esteve no programa de televisão Good Morning America para defender sua obra: “minha ideia era apenas escrever um livro que fizesse as crianças se sentirem melhores sobre si mesmas, descobrirem uma nova forma de comer, aprenderem a fazer exercício, tentar se inspirar em Maggie e aprender com sua experiência”.

Em entrevista ao jornal Daily Mail, Christine Gibson, mãe de uma adolescente de 16 anos que morreu no ano passado devido a anorexia, criticou a mensagem do livro: "É um livro que os pais devem garantir que seus filhos não leiam. É uma bomba relógio. Ter um livro como esses para crianças e jovens é terrível. Há várias crianças que vão ler e não serão afetadas por ele, mas algumas vão entendê-lo como resposta para uma série de coisas", disse Chistine.

Apesar da polêmica, o livro de Kramer começará a ser vendido a partir do mês de outubro em todas as livrarias físicas e virtuais.


segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Relação com os pais influencia vida amorosa

A forma como as pessoas reagem a um desentendimento com o parceiro amoroso está intimamente ligada aos relacionamentos estabelecidos com pai e mãe – ou com os principais cuidadores – durante a infância. É o que concluiu uma nova pesquisa norte-americana. Os resultados são fruto de um estudo da Universidade de Minnesota iniciado no meio dos anos 70.

A doutoranda Jessica Salvatore e uma equipe de pesquisadores da Universidade publicaram suas observações na atual edição da "Psychological Science". Cada participante do estudo, ao completar 20 anos, era solicitado a estimular uma discussão com seu parceiro ou parceira, introduzindo um assunto sobre o qual o casal discordasse.

A discussão deveria ser seguida pela introdução de um assunto no qual os parceiros concordassem. A tática era usada como um recurso para acalmar a briga e tinha o objetivo de servir como um período de transição, possibilitando a saída do conflito anterior.

Salvatore e seus colegas observaram que nem sempre a tática foi capaz de resolver o conflito recém-provocado. Em alguns casos, os parceiros superaram a briga facilmente. Em outros, um ou ambos se mostraram incapazes de deixar a discordância para trás.

Ao observar o histórico dos envolvidos, os pesquisadores encontraram uma ligação entre as características de suas primeiras relações com os cuidadores – pai, mãe ou outra pessoa – e a habilidade de superar conflitos.

Aqueles com um relacionamento mais "seguro" com os pais apresentaram menos problemas ao resolver conflitos no presente. Em outras palavras, pais que lidaram melhor com as emoções negativas de seus filhos deram a eles melhores capacidades de lidar com emoções negativas quando adultos.

No entanto, aqueles que tiveram uma infância longe do ideal não estão necessariamente condenados a viver um presente de disputas. A sugestão dos pesquisadores: procure alguém que seja capaz de superar conflitos mais facilmente. "Quando uma pessoa de infância marcada pela insegurança se junta a outra mais capaz de superar conflitos, o relacionamento tende a dar certo", observou Salvatore. "Se uma pessoa é capaz de liderar o processo de recuperação pós-conflito, acaba levando a outra – e o relacionamento".

"Para nós, isto foi a descoberta mais animadora", acrescentou. "Pessoas que aparecem mais tarde na sua vida podem ser importantes o suficiente para mudar as consequências de acontecimentos muito anteriores".
 
Fonte: IG


segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Pesquisa indica que crianças capazes de tolerar frustrações têm mais chances de ser bem-sucedidas quando maiores

Essa vai para as mamães!!!

Uma nova pesquisa mostra que crianças que apresentam maior autocontrole aos 3 anos de idade se tornam adultos mais saudáveis e bem sucedidos. Por outro lado, aquelas que apresentam menor autocontrole são mais propensas a abandonar a escola, infringir a lei e ter problemas financeiros, concluíram os autores do estudo.
Pesquisadores analisaram dados de cerca de 1.000 crianças neozelandesas nascidas nos anos de 1972 e 1973 e acompanhadas até os 32 anos de idade. O autocontrole dos participantes do estudo foi medido em diversos pontos da vida, desde os 3 anos de idade, através de avaliações feitas por professores, pais e pelos próprios participantes.

De acordo com o estudo, publicado online no final do mês passado no “Proceedings of the National Academy of Sciences”, crianças com alto QI e de famílias mais favorecidas em termos socioeconômicos se mostraram mais propensas a ter mais autocontrole.

As crianças com menores índices de autocontrole mostraram maior propensão a adotar comportamentos negativos – como engravidar na adolescência, fumar e ficar desempregado. As crianças que aos 3 anos apresentaram baixo índice de autocontrole também foram mais propensas a enfrentar dificuldades financeiras e problemas de saúde na idade adulta. Elas também se mostraram mais propensas ao vício de fumar, consumir álcool e drogas mais pesadas.

“O autocontrole é essencial para examinarmos o horizonte e nos prepararmos para o que pode acontecer, para planejarmos com antecedência onde queremos chegar, para desenvolvermos bons relacionamentos, atraindo o apoio e a ajuda do próximo, e para esperarmos pelas coisas realmente boas que valem a pena ser aguardadas – em vez de corrermos atrás da diversão a curto prazo.

Todos nós usamos nosso autocontrole todos os dias, mas algumas pessoas têm mais habilidade que outras”, disse Terrie Moffitt, professora de psicologia e neurociência da Duke University e principal autora do estudo.

Os pesquisadores encontraram uma ligação semelhante entre o autocontrole aos 5 anos de idade e o sucesso mais tarde. Ao usar dados de 500 pares de gêmeos na Inglaterra, eles constataram que os irmãos com índices mais baixos de autocontrole aos 5 anos de idade apresentaram maior propensão a fumar, ter baixo desempenho escolar e adotar comportamentos anti-sociais aos 12 anos de idade.

“Sem dúvida crescer em uma família rica ou pobre faz diferença. E se somos dotados de inteligência e talento, isso certamente também faz diferença. Mas o que também importa é o comportamento que geramos, a forma como lidamos ou controlamos nossos impulsos e as decisões que tomamos. Somos agentes ativos, pilotando o avião de nossas vidas”, comentou Terrie.

Se você já presenciou seu filho esperneando no chão porque você disse que era hora de ir embora do parquinho, ou dando socos e pontapés enquanto você tentava levá-lo para o chuveiro, talvez você esteja se perguntando: isso é um exemplo de pouco autocontrole?
Talvez, mas pesquisadores ressaltam que somente se isso acontece com frequência e em situações diversas.

O estudo classificou o baixo autocontrole como pouca tolerância a frustrações, falta de persistência para alcançar objetivos, dificuldade de finalizar tarefas, impulsividade, agitação e dificuldade de aguardar por sua vez.

“Uma criança de 3 anos de idade e bom autocontrole consegue concentrar-se em um quebra-cabeça ou em um jogo até solucioná-lo. Ao passo que é provável que a criança com pouco autocontrole irá se recusar a jogar qualquer coisa que demande algum esforço, abandone o quebra-cabeça incompleto para correr pela sala, perca a paciência, jogando o quebra-cabeça na outra criança e acabe caindo no choro ou fazendo birra, em vez de sentir alguma satisfação”, explicou Terrie.

A boa nova é que o autocontrole pode ser ensinado, disse Alex Piquero, professor de criminologia da Florida State University. De acordo com a pesquisa, as crianças que conseguiram melhorar o autocontrole com a idade se saíram melhores na vida adulta do que indicavam seus resultados iniciais.

“Muitas pesquisas já mostraram que existem treinamentos eficazes que podem ser adotados por pais e professores nos primeiros 10 anos de vida, para melhorar o autocontrole das crianças. Se conseguirmos detectar cedo estas falhas, estas crianças poderão melhorar o autocontrole e os resultados negativos serão evitados”, explicou Piquero.



Fonte: IG
(Tradução: Claudia Batista Arantes)

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Mulheres que fumam correm mais risco de desenvolver câncer de mama

Mulheres que fumam por muitos anos, sobretudo antes da menopausa, e antes de ter filhos, correm mais risco de desenvolver câncer de mama, de acordo com um relatório publicado na revista Archives of Internal Medicine.

Dados coletados por várias instituições médicas e pela Faculdade de Medicina da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, chegaram a essa conclusão depois de analisar 111.140 mulheres, que fumaram entre 1976 e 2006, e 36.017 mulheres, de 1982 a 2006, que eram fumantes passivas. Neste total, 8.772 delas desenvolveram câncer de mama durante o acompanhamento.

Diante destes resultados, os cientistas associaram o câncer de mama ao maior tempo de tabagismo, atual e passado, a quantidade de cigarros fumados por dia, e a idade de iniciação ao vício, como os fatores de maior risco.

- O fumo antes da menopausa foi associado ao risco de câncer de mama. Já após a menopausa, o risco pareceu ser ligeiramente menor.

No entanto, o documento mostra que "o fumo após a menopausa pode reduzir ainda mais os já baixos níveis de estrógeno (hormônio feminino) da mulher no período".
O fumo passivo na infância ou na idade adulta não mostrou relação com o aumento no risco de câncer de mama.



Fonte: R7

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Material Escolar, antes de comprar confira as dicas do Procon

Assim como as liquidações de roupas, decoração e etc...nesta lista de descontos para este mês também esta o material escolar.

As mulheres e mães que já tem filho na escola sabe que a lista de material nunca é simples o suficiente e que nas ruas a diferença de preços é gritante!

Ainda não sou mãe...mas lembro da minha correndo de loja em loja tentando encontrar todos os itens da grande lista fornecida pela escola.

Um dica muito legal é antes de sair as compras pesquisar informações na internet como as do Procon que reproduzo aqui segundo o Procon de São Paulo, mas você pode procurar qual atende a sua cidade.

3 de JANEIRO de 2007

Dicas do Procon-SP para facilitar a compra

Com o objetivo de orientar na compra de material escolar, a Fundação Procon-SP, órgão vinculado à Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania do Governo do Estado de São Paulo, fornece dicas para facilitar a vida do consumidor.
 
Algumas escolas exigem que o material escolar seja comprado no próprio estabelecimento. Esta é uma prática abusiva, pois é obrigação da escola fornecer as listas de material escolar aos alunos, a fim de que os pais ou responsáveis possam pesquisar preços e escolher o local em que irão adquirir os produtos.
 
Dica 1: antes de sair às compras, verifique quais os itens que restaram do período letivo anterior e avalie a possibilidade de reaproveitá-los. Em seguida, faça uma pesquisa de preços em diferentes estabelecimentos.
 
Dica 2: algumas lojas concedem descontos para compras em grandes quantidades, portanto, sempre que possível, reuna um grupo de consumidores e discuta sobre essa possibilidade com os estabelecimentos.
 
Forma de pagamento: caso a escolha seja pelo pagamento à vista, não deixe de pechinchar. Pagamentos com cartão de crédito são considerados à vista e, portanto, o preço não deve sofrer alteração. Se a alternativa for o pagamento a prazo é preciso checar e comparar as taxas de juros. Para compras com cheques pré-datados, faça com que as datas sejam especificadas na nota fiscal e no verso dos cheques como forma de garantir o depósito na data combinada com a loja.
 
A nota fiscal deve ser fornecida pelo vendedor. Em caso de problemas com a mercadoria é necessário apresentá-la, portanto, exija sempre nota fiscal. Ao recebê-la, cheque se os produtos estão devidamente descritos e recuse quando estiverem relacionados apenas os códigos dos itens, o que dificulta a identificação. Se os produtos adquiridos apresentarem algum problema, mesmo que estes sejam importados, o consumidor tem seus direitos resguardados pelo Código de Defesa do Consumidor. Os prazos para reclamar são: 30 dias para produtos não duráveis e 90 dias para os duráveis (no caso de vícios aparentes).
 
Compras em ambulantes e camelôs devem ser evitadas. Apesar do preço ser mais em conta, eles não fornecem nota fiscal, o que pode dificultar a troca ou assistência do produto se houver necessidade.
 
Fique de olho nas embalagens de materiais como colas, tintas, pincéis atômicos, fitas adesivas, entre outros, que devem conter informações claras, precisas e em língua portuguesa a respeito do fabricante, importador, composição, condições de armazenagem, prazo de validade e se apresentam algum risco ao consumidor.
 
Quanto ao uniforme escolar, veja se existe esta obrigatoriedade na escola em questão e quanto o custo deste irá influenciar no orçamento final. Somente se a instituição educacional possuir uma marca devidamente registrada poderá estabelecer que a compra seja feita na própria escola e/ou em terceiros pré determinados.
 
A Lei 8.907, de 1994, estabelece que a escola deve adotar critérios para a escolha do uniforme levando em conta a situação econômica do estudante e de sua família, bem como as condições de clima da localidade em que a escola funciona.
 
Dúvidas ou reclamações referentes podem ser sanadas nos postos de atendimento pessoal da Fundação Procon-SP dentro do Poupatempo Sé, do Poupatempo Santo Amaro e do Poupatempo Itaquera. Reclamações por fax devem ser encaminhadas ao telefone (11) 3824-0717 ou para a Caixa Postal 3050, CEP 01061-970, São Paulo/SP. Para saber se o fornecedor possui reclamação no Procon-SP, consulte o cadastro pelo telefone 3824.0446 ou o site www.procon.sp.gov.br. O telefone 151 funciona somente para o esclarecimento de dúvidas
 
Além destas dicas do Procon você também pode procurar outras mães amigas para fazerem compras coletivas, no atacado sempre sai mais barato e na hora de comprar os livros converse com as mães de alunos a frente dos seus. Livro não se joga fora doe os dos seus filhos também!
 

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Sua mãe está de olho em você: 72% dos pais checam o perfil dos filhos na internet

Essa é para os filhos e filhas....

Se você acha que sua mami e seu papi não sabem usar a internet, pense de novo: um estudo divulgado recentemente afirma que mais da metade dos pais estãoconectados na vida virtual dos filhos e frequentemente olham as contas de Twitter, Facebook e outras redes sociais que você está usando.

Na pesquisa encomendada pela TRUSTe e Lightspeed, foi constatado que 72% dos pais fazem questão de entrar pelo menos uma vez por mês na internet para checar o que seus filhos andam dizendo e fazendo na internet.

A rede social mais acessada para esses fins é o Facebook - 95% dos pais e 90% dos filhos tem perfis nessa rede social sendo que, inclusive, pais e filhos são amigos.

Mesmo com a desconfiança, 84% dos pais acham que seus filhos são responsáveis com a divulgação de informações pessoas na internet - mesmo com 68% das crianças e adolescentes que aceitam pedidos de amizades de desconhecidos nessas redes.

Mamis, isso mesmo fiquem de olho nos seus filhos a internet é uma fada e um monstro ao mesmo tempo, estamos cansados de ouvir história de pessoas mais experientes caindo em grandes roubadas pela internet...imagina alguém mais novo e ingênuo como o seu filho....

Filhos, olha só....cuidado para não ser pego na mentira..não diz para sua mãe que você vai ficar estudando na casa da amiga e depois publica fotos da festa que aconteceu no mesmo dia e horário...ela vai ver!!!

Nesse link você vai encontrar algumas dicas de como proteger seu filho na internet:


terça-feira, 12 de outubro de 2010

Semana Especial Dia Das Crianças Entrevista com a mamãe Keila Borges


E hoje encerramos nosso Especial Dia das Crianças e fechamos com chave de ouro!


Uma entrevista com Keila Borges, Produtora e mamãe de dois meninos sendo que o seu caçula nasceu recentemente e em um momento de pausa nos contou um pouco sobre sua vida, infância e sobre como vai passar o dia das crianças!

Confira!!!

Sou Keila Borges, tenho 31 anos, sou casada com o camilo e mãe de dois meninos lindos.

Apesar de ter vivido a vida inteira em São Paulo e me considerar uma paulistana nata e da gema, depois de "grande" optei por viver no rio, junto com o marido.

Sou formada em rádio e tv e trabalho com pós-produção de programas de tv e publicidade.

MNCS: Onde você passou maior parte da sua infância?

Eu nasci e cresci em São Paulo até uns nove anos de idade, viviamos em Ermelindo Matarazzo, um bairro afastado da zona leste que na época, era muito tranquilo, ainda tinha ruas de terra e parecia uma vilinha, quase uma cidadezinha do interior.

Acho que tive uma infância meio à moda antiga, onde tinha aquela coisa de brincar na rua, dos vizinhos serem a turma, de brincar de carrinho de rolimã, bicicleta, explorar os terremos baldios da vizinhança, fazer fogueira, brincar de esconde-esconde e pega-pega, empinar pipa... depois, quando eu tinha dez anos, minha família se mudou pro centro de São Paulo, fomos morar num apartamento, no bairro da Liberdade.

Pensando hoje em dia, foi um paradoxo: fomos pra Liberdade pra vivermos mais presas que antes. Não foi ruim, mas, outro tipo de convivência. até porque a adolescência estava batendo à porta então, tudo foi mudando: os amigos eram os da escola, a tv era mais presente, o shopping passou a ser uma realidade e por aí foi...

MNCS: Quando você pensa na sua infância qual a primeira lembrança que vem na sua cabeça?!

hummm... não é bem uma lembrança, é quase uma sensação. 

Me lembro muito de que volta e meia rolavam uma festas da rua. festa junina, de natal, das crianças... coisas assim. todos ajudavam a organizar, todos participavam, até os vizinhos que nunca apareciam, entravam na roda....enfim, é um sentimento de comunidade, de confiança e familiaridade que dificilmente a gente tem hoje em dia, com os vizinhos do prédio ou da rua. Todos ficamos mais desconfiados, talvez.

Uma vez, nós, as crianças, resolvemos fazer uma festa de aniversário surpresa pra minha irmã, ficamos organizando tudo em reuniões e cochichos super-secretos durante dias, até um adulto descobrir... o melhor foi que esse adulto "achou tão bonitinho" e resolver ajudar. acabou virando o maior festão e até hoje é a festa que minha irmã tem mais lembrança da vida dela...tanto que passou a ser da minha também.

MNCS: Qual era a sua brincadeira preferida?

Eu não tinha muito isso da brincadeira preferida mas, eu gostava muito de brincar de casinha com minha irmã e as vizinhas "do lado". 

A gente usava pedrinhas, areia, flores e capim pra fazer a comidinha nas panelinhas de brinquedo, fazíamos tooooda a rotina de casa e até de trabalho (sim, tinha uma mãe que trabalhava fora na brincadeira).

Era quase uma novelinha com direito a personagens que a gente ia interpretando todos os dias... também tinha noites que a gente fazia uma fogueira do outro lado da rua e ficavamos até mais tarde contando histórias de terror inventadas na hora mesmo.... cada história cabeluda saída das cabeças das crianças... era engraçado.

MNCS: Agora que você é mãe como é o seu dia das crianças? Comparando a sua infância com a deles....o que a geração dos seus filhos perdeu e ganhou.

Poxa, hoje sou mãe de dois meninos.

O Kyrá, está com 1 ano e 8 meses e está no auge da descoberta das brincadeiras e do mundo e o mais novinho, é recém-nascido, tem 12 dias, e ainda está aprendendo a abrir os olhinhos. 

Eu não arriscaria dizer que a geração do Kyrá perdeu coisas em relação à minha porque são épocas tão diferentes apesar de próximas...a tecnologia transformou o mundo e as relaçoes humanas mas, percebo que atualmente, todas as opções estão disponíveis e quem vive mais afastado dos centros urbanos, pode ter uma infância até mais à moda antiga do que a que eu tive 20/25 anos atrás.

E, além do meio, as opções dos pais são poderosas influências. hoje, nós vivemos no rio de janeiro, perto do aterro do flamengo e das praias também. acho bacana que os meninos tenham a oportunidade de estar mais ao ar livre e em contato com a natureza, apesar de morarmos em apartamento. acho que o Rio tem um "ar" um mais descontraído e uma qualidade de vida bacana.

Apesar disso, precisamos estar atentos ao que oferecemos a eles, procurando, de alguma forma, resgatar e ensinar aspectos bacanas da infância: de brincadeiras e cantigas de roda até os brinquedos simples que estimulam a criatividade e a imaginação.

Não dá pra ficar escravo da tv e dos brinquedinhos de apertar botão e fazer barulho simplesmente. Tem que haver essa mescla de informação cultural e de gerações.

MNCS: O que vocês vão fazer no dia 12...já esta programado

Nesse dia 12 vamos sair pra ver circo e curtir o dia das crianças ao ar livre.

MNCS: Tem alguma mania de criança que você mantem até hoje?

Mania? hummm, não sei. acho que vou ter que perguntar pra minha mãe, heheheheh...

MNCS: Você guardou algum brinquedo da infância?!

Tenho comigo ainda um coelhinho amarelo, que minha mãe conta que ganhei de uma prima, quando ainda estávamos na maternidade. o nome dele é "Bichinho" e hoje em dia, ele está meio encardido, tem o nariz mordido (era minha compulsão de criança morder aquele nariz) e como sempre, perdendo a espuminha interna atraves de incontáveis buraquinhos que se abrem em suas costuras laterais.

Na verdade, o Bichinho agora está com o Kyrá, junto dos brinquedos dele

É isso aí Mulheres no Comando, terminamos com Keila que contou coisas bem bacanas sobre sua experiência como mamãe! O Especial acabou mas continue a compartilhar suas experiências aqui!!

Semana que vem tem mais Especial ....Mulheres no Cinema!!! 

Como alguns já sabem tô no meio deste babado e pude conhecer mulheres que estão realizando trabalhos bem diferentes...aguardem!!!
 
 

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Semana Especial Dia das Crianças: Roupas de grife para os pequenos

Se você ainda esta na dúvida do que dar de presente para os pequenos que tal roupas de grife internacionais para os filhotes.

A loja virtual Baby&Co, oferece roupinhas importadas vindas dos EUA, para crianças de 0 a 6 anos.
Com uma seleção exclusiva de peças a loja trabalha com marcas como Carter’s, GAP e Ralph Lauren.

Além de comprar sem sair de casa, você ainda pode escolher presentes pros filhos dos amigos parentes e pedir pra enviá-los, de forma rápida.

O site  mostra os produtos por categoria, marca e tamanho, tudo para facilitar o momento da compra virtual.

E o mais legal a Baby&Co reverte 5% do valor ganho pela loja para doação à instituição de ciranças Make-A-Wish Brasil®.
Ah, não esqueça aproveite o Dia das Crianças para doar!!! Envolva as crianças da sua família também, doe e incentive a criançada a doar para quem precisa!!!