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quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Mulheres no Comando do Cinema, entrevista com Bernadette Lyra

É com muita honra que o MNCS entrevista Bernadette Lyra, NO DIA DO SEU ANIVERSÁRIO, se você não conhece essa Mulher no Comando do Cinema, aproveite e leia esta entrevista exclusiva!

Bernadette possui experiência em diferentes áres, mas para esta entrevista vamos focar em Cinema, Na estréia do nosso Especial Entrevistas: Mulheres do Cinema!

Nascida no município de Conceição da Barra, no Estado do Espírito Santo é escritora e professora universitária. Licenciada em Letras pela UFES, é doutora em Artes/Cinema pela ECA/USP e pós-doutora pela Universidade René Descartes, Sorbonne - França.

Foi Coordenadora do Mestrado em Comunicação da Universidade Anhembi Morumbi.

Atualmente é Professora Titular no mesmo PPGCom. Foi Coordenadora do GT Cinema, Fotografia e Video da Associação de Programas de Pós-Graduação em Comunicação/Compós. Sócia Fundadora e atual membro do Conselho Científico da Sociedade Brasileira de Pesquisadores de Cinema e Audiovisual/Socine. Professora Visitante da Universidade do Algarve, Portugal.

Possui experiência na área de Comunicação, com ênfase em Cinema, atuando principalmente nos seguintes temas: cinema e audiovisual, comunicação social, cultura contemporânea e cultura das mídias. É autora de livros e artigos sobre cinema e audiovisual, bem como autora (várias vezes premiada) de livros de ficção, com publicações no Brasil e no exterior.

Foi Secretária de Cultura no Espírito Santo. Tem trabalhos publicados em revistas e jornais de todo o país.
Entre seus trabalhos recentes mais comentados estão as publicações " Cinema de Bordas - 1" (não -ficção) 2006 e "Cinema de Bordas - 2" (não- ficção) 2008

MNCS: Bernadette, é tanta coisa pra perguntar...lá vamos nós! Comente um pouco sobre a sua foormação, como você foi levada as Letras e ao Cinema?

BL: Eu cresci vendo filmes. Meu avô era dono do único cinema na cidadezinha em que nasci, Conceição da Barra, no extremo norte do Espírito Santo. Assim, o cinema está em meu DNA. Eu dividia com o cinema um amor louco pelas histórias em quadrinhos e pelos livros de Monteiro Lobato. As duas coisas se juntaram em mim desde criancinha.

Comecei a escrever contos e crônicas ainda no segundo grau. Depois, fiz o curso de Letras, na Universidade Federal do Espírito Santo e desandei a publicar ficção.

Tenho uma porção de livros na praça: contos e romances. Ganhei alguns prêmios literários, inclusive uma seleção para o Prêmio Jabuti e um primeiro lugar no lendário Concurso de Contos da Fundepar, em Curitiba. Tive contos traduzidos e publicados em neerlandês. Já há teses, dissertações e livros de pesquisa sobre minha produção literária. Continuo escrevendo ficção. Mas a paixão pelo cinema me levou a fazer um doutorado e um pós-doutorado na área.

Venho dando aulas e pesquisando sobre cinema desde então.

MNCS: Fale sobre o Cinema de Bordas, sobre o termo e o que ele significa.

BL: Cinema de Bordas é a denominação que dei a um território periférico de produção ainda pouco conhecida e muito pouco estudada no panorama dos estudos cinematográficos em nosso país. Culturalmente, isto que chamo de produção cinematográfica de bordas se vê excluída de um centro institucional único. Mas apresenta características técnicas muito específicas e próprias de produtos audiovisuais.

Daí resultam filmes feitos com tecnologia precária e baixíssimo orçamento, sem maiores pretensões de que contar uma história dentro de certos padrões de gêneros já vistos e revistos, plenamente reconhecidos pelos espectadores.

Ao fazer isso, esses filmes se aproveitam de situações, cenas, imagens e sons que já foram usados por outros filmes e produtos de entretenimento, reciclando imagens visuais e sonoras já existentes nas revistas de HQ, nas pulps, nos velhos filmes de matinées em que imperam, sobretudo, as aventuras no oeste americano, a literatura policial, as comédias adocicadas, o pornô, a ficção científica e o horror.

Quase sempre, tal “retomada” fílmica visa, apenas, a uma reciclagem fragmentária que mistura os gêneros é efetuada sem pretensões a citação, homenagens ou reconhecimento. Além disso, o cinema de bordas se concentra em narrativas de ficção fantasiosas e produzidas com técnicas rudimentares, nas quais os assuntos e lendas regionais que dizem respeito aos habitantes e costumes locais são abordados sem compromisso documental com a realidade.

Os filmes de bordas não têm outra pretensão a não ser o entretenimento dos seus espectadores. Por isso, são tão criativos e deliciosos. E fazem, legitimamente, parte do cenário da cinematografia.

MNCS: O que você espera do cinema e do espectador brasileiro?

BL: Já é tempo dos estudos sobre o Cinema Brasileiro deixarem aquele lado "metido à besta" e intelectualóide que só privilegia filmes calcados no autoral e no artístico e que gozam das benesses oficiais.

É preciso que os pesquisadores estejam atentos à imensa quantidade de filmes alternativos e independentes que andam a pipocar por aí.

Tem toda uma geração de realizadores que faz da Internet sua sala de projeção, pois não consegue exibir seus filmes nos Multiplex da vida... Penso que os espectadores de hoje estão muito mais antenados com essas mudanças de que alguns "intelectuais". Vida longa e prosperidade ao cinema de bordas e aos filmes periféricos!

MNCS: Você já sofreu algum tipo de preconceito ou julgamente por suas idéias e posição?

BL: Sempre que a gente parte para coisas diferentes, aparecem as críticas dos "acomodados". Isso ocorre nas melhores famílias de estudiosos do cinema.

É claro que muitos consideram que meu objeto de estudo e um tanto "deslocado" dos estudos habituais que se fazem nos meios acadêmicos e que se trata de um "assunto menor". Já ouvi isso aos montes. Mas, não me interesssa.

A paixão, a delícia e a seriedade com que vejo e estudo os filmes de bordas compensam qualquer chatice.

MNCS: E as mulheres no cinema como você tem visto a participação delas tanto nos bastidores como na linha de frente?

BL: É tempo de mulheres. Em toda e qualquer linha de frente, em todo e qualquer papel de apoio cutural, social e o que mais der ou vier. Vamos que vamos.

MNCS: Que dica você da para quem é interessada (o) no universo do audiovisual e do cinema, por onde começar a estudar ?

BL:Começar é só uma questão de querer. Seja qual for o assunto, tema, estudo ou fazimento. Mas é claro que em se tratando de cinema, sobretudo, é preciso ver filmes, ver muitos filmes, seja lá em que suporte for, seja lá onde for.

MNCS: Qual são seus próximos projetos?

BL: Quero continuar a organizar Mostras de Filmes de Bordas pelo país afora. E quero acabar o romance que estou a escrever, sobre uma mulher do século XVI, Luiza Grimaldi, a terceira donatária da capitania do Espírito Santo e única mulher a governar de fato uma capitania no Brasil naqueles tempos.

Foi uma vida muito doida e muito maravilhosa que a História fez questão de esquecer, como esquece a vida de tantas outras mulheres...

Bernadette muito obrigada pela entrevista! Feliz Aniversário, muita saúde, sucesso e felicidade!!

A Bernadette também tem um Blog o MNCS já está seguindohttp://blyra.blog.uol.com.br/

Para você que quer conhecer um pouco pouco mais do Cinema De Bordas volume 1 e 2 compre, confira no link: AQUI

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Assim eu vou pra cozinha! My Lovely Kitchen

Olá

Voltamos então as nossas atividades normais hihi depois do nosso especial em homenagem aos pequenos...

Agora o que vai mudar são as entrevistas...  aguarde: Mulheres do Cinema!!

Bom mas ...retomando...ontem coloquei minha leitura em dia....li as últimas Caras!!!

Na verdade..nada de mais...a não ser..uma propaganda da Tramontina que me chamou atenção!!

Quem me conhece vai achar estranho...na verdade gosto de cozinhar, mas ainda não tenho muita prática nem muito talento hihihi isso eu deixo com a minha mãe e com a nossa Chef Emery Alvares...mas confesso estou louca para ter uma das panelas da nova linha My Lovely Kitchen..é muuuita fofa!!!!

Assim até eu vou para cozinha!!!

Esta linha foi lançada recentemente são 8 peças, com assadeiras, frigideiras, chaleira, panela, avental, etc.

Os produtos são em alumínio com revestimento interno em antiaderente e externo em poliéster. Cabos e pegadores em baquelite antitérmico e o avental em algodão.

Está disponível para venda em diversas lojas de utilidades domésticas pelo país. Ainda não fui em nenhuma loja para verificar os preços. Site da Tramontina http://www.tramontina.com.br/pt


terça-feira, 12 de outubro de 2010

Semana Especial Dia Das Crianças Entrevista com a mamãe Keila Borges


E hoje encerramos nosso Especial Dia das Crianças e fechamos com chave de ouro!


Uma entrevista com Keila Borges, Produtora e mamãe de dois meninos sendo que o seu caçula nasceu recentemente e em um momento de pausa nos contou um pouco sobre sua vida, infância e sobre como vai passar o dia das crianças!

Confira!!!

Sou Keila Borges, tenho 31 anos, sou casada com o camilo e mãe de dois meninos lindos.

Apesar de ter vivido a vida inteira em São Paulo e me considerar uma paulistana nata e da gema, depois de "grande" optei por viver no rio, junto com o marido.

Sou formada em rádio e tv e trabalho com pós-produção de programas de tv e publicidade.

MNCS: Onde você passou maior parte da sua infância?

Eu nasci e cresci em São Paulo até uns nove anos de idade, viviamos em Ermelindo Matarazzo, um bairro afastado da zona leste que na época, era muito tranquilo, ainda tinha ruas de terra e parecia uma vilinha, quase uma cidadezinha do interior.

Acho que tive uma infância meio à moda antiga, onde tinha aquela coisa de brincar na rua, dos vizinhos serem a turma, de brincar de carrinho de rolimã, bicicleta, explorar os terremos baldios da vizinhança, fazer fogueira, brincar de esconde-esconde e pega-pega, empinar pipa... depois, quando eu tinha dez anos, minha família se mudou pro centro de São Paulo, fomos morar num apartamento, no bairro da Liberdade.

Pensando hoje em dia, foi um paradoxo: fomos pra Liberdade pra vivermos mais presas que antes. Não foi ruim, mas, outro tipo de convivência. até porque a adolescência estava batendo à porta então, tudo foi mudando: os amigos eram os da escola, a tv era mais presente, o shopping passou a ser uma realidade e por aí foi...

MNCS: Quando você pensa na sua infância qual a primeira lembrança que vem na sua cabeça?!

hummm... não é bem uma lembrança, é quase uma sensação. 

Me lembro muito de que volta e meia rolavam uma festas da rua. festa junina, de natal, das crianças... coisas assim. todos ajudavam a organizar, todos participavam, até os vizinhos que nunca apareciam, entravam na roda....enfim, é um sentimento de comunidade, de confiança e familiaridade que dificilmente a gente tem hoje em dia, com os vizinhos do prédio ou da rua. Todos ficamos mais desconfiados, talvez.

Uma vez, nós, as crianças, resolvemos fazer uma festa de aniversário surpresa pra minha irmã, ficamos organizando tudo em reuniões e cochichos super-secretos durante dias, até um adulto descobrir... o melhor foi que esse adulto "achou tão bonitinho" e resolver ajudar. acabou virando o maior festão e até hoje é a festa que minha irmã tem mais lembrança da vida dela...tanto que passou a ser da minha também.

MNCS: Qual era a sua brincadeira preferida?

Eu não tinha muito isso da brincadeira preferida mas, eu gostava muito de brincar de casinha com minha irmã e as vizinhas "do lado". 

A gente usava pedrinhas, areia, flores e capim pra fazer a comidinha nas panelinhas de brinquedo, fazíamos tooooda a rotina de casa e até de trabalho (sim, tinha uma mãe que trabalhava fora na brincadeira).

Era quase uma novelinha com direito a personagens que a gente ia interpretando todos os dias... também tinha noites que a gente fazia uma fogueira do outro lado da rua e ficavamos até mais tarde contando histórias de terror inventadas na hora mesmo.... cada história cabeluda saída das cabeças das crianças... era engraçado.

MNCS: Agora que você é mãe como é o seu dia das crianças? Comparando a sua infância com a deles....o que a geração dos seus filhos perdeu e ganhou.

Poxa, hoje sou mãe de dois meninos.

O Kyrá, está com 1 ano e 8 meses e está no auge da descoberta das brincadeiras e do mundo e o mais novinho, é recém-nascido, tem 12 dias, e ainda está aprendendo a abrir os olhinhos. 

Eu não arriscaria dizer que a geração do Kyrá perdeu coisas em relação à minha porque são épocas tão diferentes apesar de próximas...a tecnologia transformou o mundo e as relaçoes humanas mas, percebo que atualmente, todas as opções estão disponíveis e quem vive mais afastado dos centros urbanos, pode ter uma infância até mais à moda antiga do que a que eu tive 20/25 anos atrás.

E, além do meio, as opções dos pais são poderosas influências. hoje, nós vivemos no rio de janeiro, perto do aterro do flamengo e das praias também. acho bacana que os meninos tenham a oportunidade de estar mais ao ar livre e em contato com a natureza, apesar de morarmos em apartamento. acho que o Rio tem um "ar" um mais descontraído e uma qualidade de vida bacana.

Apesar disso, precisamos estar atentos ao que oferecemos a eles, procurando, de alguma forma, resgatar e ensinar aspectos bacanas da infância: de brincadeiras e cantigas de roda até os brinquedos simples que estimulam a criatividade e a imaginação.

Não dá pra ficar escravo da tv e dos brinquedinhos de apertar botão e fazer barulho simplesmente. Tem que haver essa mescla de informação cultural e de gerações.

MNCS: O que vocês vão fazer no dia 12...já esta programado

Nesse dia 12 vamos sair pra ver circo e curtir o dia das crianças ao ar livre.

MNCS: Tem alguma mania de criança que você mantem até hoje?

Mania? hummm, não sei. acho que vou ter que perguntar pra minha mãe, heheheheh...

MNCS: Você guardou algum brinquedo da infância?!

Tenho comigo ainda um coelhinho amarelo, que minha mãe conta que ganhei de uma prima, quando ainda estávamos na maternidade. o nome dele é "Bichinho" e hoje em dia, ele está meio encardido, tem o nariz mordido (era minha compulsão de criança morder aquele nariz) e como sempre, perdendo a espuminha interna atraves de incontáveis buraquinhos que se abrem em suas costuras laterais.

Na verdade, o Bichinho agora está com o Kyrá, junto dos brinquedos dele

É isso aí Mulheres no Comando, terminamos com Keila que contou coisas bem bacanas sobre sua experiência como mamãe! O Especial acabou mas continue a compartilhar suas experiências aqui!!

Semana que vem tem mais Especial ....Mulheres no Cinema!!! 

Como alguns já sabem tô no meio deste babado e pude conhecer mulheres que estão realizando trabalhos bem diferentes...aguardem!!!
 
 

Semana Especial Dia das Crianças: É hoje!!!!

Olá!!!

Finalmente chegou 12 de outubro...quase hora do almoço..hoje vai ter que rolar um lanchinho ou que tal as dicas da nossa chef Emery Alvares...

E as crianças...já abriram os presentes....

E você....ganhou o seu... não....!!!!

Acabei de ler no FaceBook da minha amiga 
Marjô do http://futebolemaquiagem.wordpress.com/ que ela sente saudades de ganhar uma Barbie nova..olha confesso eu também!!!

Adorava brincar de Barbie...mas comprar uma essa altura do campeonato..seria estranho....na verdade não!!!!

Para nós meninas grandinhas a Barbie possui um site http://www.barbiecollector.com/ onde encontramos Barbies estilo colecionador que representam personalidades e épocas. 

As bonecas são lindas, estilosas e itens de decoração!!











Já falei sobre a Barbie em outro post http://mulheresnocomandosempre.blogspot.com/search/label/barbie
 
Ah, e para sua filha o site http://www.barbie.com.br/ também é bem legal, com jogos diversos!


Além da Barbie existem outros brinquedinhos bem legais para nós!!!
PENDRIVE MIMOCO CIAO-CIAO 4 GB na  Loja Imaginarium


a bolsa Gum vem com a brincadeira além de divertida, muito prática. Dobradinha ela pode ser pendurada como um chaveiro. Quando abre você vê a surpresa: uma linda bolsa reciclável.  Também na Loja Imaginarium

Make em formato de Cup Cake da NYX você encontra no Mercado Livre

Toy Art Buff Monster - Ice Cream Flavors Series  no Toy Art Shop 

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Semana Especial Dia das Crianças: Doe brinquedos!

Amanhã Dia das Crianças abra seu coração....arrume um tempinho e doe brinquedos.

Como comentei em outro post, aproveite e una as crianças de sua família para incentiva-las.

Muitas instituições aceitam doações de brinquedos antigos.

O brinquedo, claro, deve estar em bom estado. Confira algumas destas instituições em São Paulo, se você está em outro Estado com certeza deve ter algum local sério que recebe e distribui as doações, informe-se!!










Semana Especial Dia Das Crianças: Memórias com Cintia Limongi

O MNCS convidou Cintia Limongi, profissional, esposa, amiga, mulher no comando sempre, para nos contar um pouco sobre suas memórias da infância

Mari, são tantas memórias que não sei qual escolher..... rs......

Umas das memórias mais gostosas que eu tenho da infância é que costumávamos viajar bastante para Serra Negra e meus pais pegavam eu e meus irmãos às sextas feiras na escola e já saíamos direto pra estrada. Era a maior alegria!

E íamos cantando..... Hehehehe, mas não cantando de qualquer jeito não.... rs..... eu, minha irmã e meu irmão cantávamos mesmo as músicas de MPB que meus pais iam ouvindo.

Estudávamos os três música desde os 4 anos, especificamente piano e flauta e isso fazia muito parte do nosso universo. Eram viagens muito felizes, muito gostosas, inesquecíveis!!!!!!

Quando chegávamos já corríamos para a sala dos monitores para brincar, de uniforme mesmo! Só tenho a agradecer tantas férias felizes que tivemos!!!!

Uhuuuuuu, valeu!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Comente e nos conte um pouco sobre as suas memórias...

Relembre sempre...resgate valores, a pureza e a magia que ficou perdida na infância!